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domingo, 18 de novembro de 2012

Erros de português

A padronização visual imposta para as frotas de ônibus do Rio de Janeiro, além de não ajudar na disciplina do transporte coletivo carioca, ainda não age no que deve agir.

Não bastasse as empresas colocando a palavra "ar condicionado" de forma aleatória, sem a esperada rigidez do design padronizado, vemos o caso até de um erro de português como esse que o passageiro Mauro Minsky, de forma bastante oportuna, fotografou na Praia de Copacabana.

O ônibus estava escrito "AR CONDIOCIONADO", com um atrevido "O" que nossa gramática não permite para a palavra "CONDICIONADO". Foi num ônibus do consórcio Transcarioca, provavelmente da Viação Redentor que, pasmem, era uma das mais destacadas empresas de ônibus carioca antes dessa palhaçada da prefeitura impor pintura igualzinha.

O sistema de ônibus do Rio de Janeiro está tão decadente que só faltava mesmo errar na ortografia. Sal de frutas, por favor!!


sábado, 3 de novembro de 2012

O que está havendo com a "Viação Fortaleza"?

Aquela que era uma das melhores empresas de Niterói, vem lentamente dando sinais de uma silenciosa decadência. Parecia que estava prevendo o que ia acontecer com esse sistema horroroso criado para iludir os gringos otários que vem se enganar com a copinha inútil e imposto de forma autoritária e ilícita.

A "Viação Fortaleza" vem demonstrando uma série de defeitos que muita gente ainda não percebeu. Já começou mal com as compras de carros da Busscar com uma porta e sem cobrador, repetindo o feito com os Apaches Vip (que não puderam ter apenas uma porta por causa da lei de acessibilidade). Todos carros grandes. Se de fato (e ninguém sabe disso) micros podem ter cobrador (com mesas e torniquetes cada vez melhores, isso é extremamente possível), imaginem ônibus grandes.

A mesma empresa resolveu vender quase todos os micros (sobraram dois que ainda rodam) e alguns carros grandes do modelo Spectrum. A renovação de frota não compensou o número de carros vendidos. Só para ter uma ideia, de 15 carros (alguns micros e os Spectruns), foram substituídos por apenas um carro, o 09.102 (que aparece com a pintura verde na foto, agora como integrante do consórcio TransOceânico). Tira 15 e coloca apenas um no lugar. É mole?

Outra coisa: o site BSG, em julho deste ano, havia dito que no mês seguinte (no caso, agosto), a "Fortaleza", através do consórcio Transoceânico, colocaria seus carros de piso baixo para rodar. Estamos agora em Novembro e nenhum sinal sequer de algum pedido. Há indícios de que o consórcio Transoceânico seja dispensado da compra de carros de piso baixo (que são refrigerados em Niterói), já que todas as empresas envolvidas haviam cancelado o serviço antes da grotesca mudança.

Além disso tudo, a "Fortaleza" está bem desorganizada na hora de colocar os dados na pintura padronizada, com nomes tortos, palavras faltando, falta de alinhamento, uma loucura. Decepcionante para uma empresa que sempre foi organizada em sua pintura.

Observando o que acontece no Rio, este novo sistema poderá significar na prática uma grande piora. Pode ser até que maquiem para agradar os gringos, mas finda a ilusão, com a carruagem virando abóbora, vão se conhecer as verdadeiras (segundas) intenções dos governantes com essa pataquada toda.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Ingaratuba?

Reparem na numeração lateral e na traseira deste carro. mais uma desvantagem da padronização visual se observa. No lado a numeração 1.1.025, da suposta Ingá, cujo nome também aparece atrás. Na parte de trás 1.5.169 da suposta Araçatuba.

Mas o que é isso? Depois dizem que a padronização visual existe para "organizar" o transporte. Virou bagunça.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

1001 recorre a código de 7 algarismos para compensar inchaço

Uma foto postada no Onibus Brasil intrigou os busólogos do estado: a nova aquisição da 1001, com mais carros "cabritos" da Marcopolo G7 mostraram o código do Detro, que de regra tem 6 algarismos, aparecendo com 7 algarismos. Precisava isso?

A 1001 inclusive, tem um trunfo dentro da manga chamado Macaense, que poderia ser usado para diminuir o inchaço da empresa-mãe, recebendo as linhas da Região dos Lagos. Mas, pelo jeito, a 1001 comprou a Macaense, empresa tradicionalíssima, para acabar com ela. Melhor nem ter comprado.

Não se sabe se o Detro irá permitir isso. Talvez sim, já que o mesmo departamento vem permitindo uma série de absurdos que fica até difícil de entender.